Nenhum voto a Serra
18/10/2010
O PSOL – Partido Socialismo e Liberdade mereceu a confiança de mais de um milhão de brasileiros que votaram nas eleições de 2010. Nossa aguerrida militância foi decisiva ao defender nossas propostas para o país e sobre ela assentou-se um vitorioso resultado.
Sentimos-nos honrados por termos tido Plínio de Arruda Sampaio e Hamilton Assis como candidatos à presidência da República e a vice, que de forma digna foram porta vozes de nosso projeto de transformações sociais para o Brasil. Comemoramos a eleição de três deputados federais (Ivan Valente/SP, Chico Alencar/RJ e Jean Wyllys/RJ), quatro deputados estaduais (Marcelo Freixo/RJ, Janira Rocha/RJ, Carlos Giannazi/SP e Edmilson Rodrigues/PA) e dois senadores (Randolfe Rodrigues/AP e Marinor Brito/PA). Lamentamos a não eleição de Heloísa Helena para o Senado em Alagoas e a não reeleição de nossa deputada federal Luciana Genro no Rio Grande do Sul, bem como do companheiro Raul Marcelo, atual deputado estadual do PSOL em São Paulo.
Em 2010 quis o povo novamente um segundo turno entre PSDB e PT. Nossa posição de independência não apoiando nenhuma das duas candidaturas está fundamentada no fato de que não há por parte destas nenhum compromisso com pontos programáticos defendidos pelo PSOL. Sendo assim, independentemente de quem seja o próximo governo, seremos oposição de esquerda e programática, defendendo a seguinte agenda: auditoria da dívida pública, mudança da política econômica, prioridade para saúde e educação, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, defesa do meio ambiente, contra a revisão do código florestal, defesa dos direitos humanos segundo os pressupostos do PNDH3, reforma agrária e urbana ecológica e ampla reforma política – fim do financiamento privado e em favor do financiamento público exclusivo, como forma de combater a corrupção na política.
No entanto, o PSOL se preocupa com a crescente pauta conservadora introduzida pela aliança PSDB-DEM, querendo reduzir o debate a temas religiosos e falsos moralismos, bloqueando assim os grandes temas de interesse do país. Por outro lado, esta pauta leva a candidatura de Dilma a assumir posição ainda mais conservadora, abrindo mão de pontos progressivos de seu programa de governo e reagindo dentro do campo de idéias conservadoras e não contra ele. Para o PSOL, a única forma de combatermos o retrocesso é nos mantermos firmes na defesa de bandeiras que elevem a consciência de nosso povo e o nível do debate político na sociedade brasileira.
As eleições de 2002, ao conferir vitória a Lula, traziam nas urnas um recado do povo em favor de mudanças profundas. Hoje é sabido que Lula não o honrou, não cumpriu suas promessas de campanha e governou para os banqueiros, em aliança com oligarquias reacionárias como Sarney, Collor e Renan Calheiros. Mas aquele sentimento popular por mudanças de 2002 era também o de rejeição às políticas neoliberais com suas conseqüentes privatizações, criminalização dos movimentos sociais – que continuou no governo Lula -, revogação de direitos trabalhistas e sociais.
Por isso, o PSOL reafirma seu compromisso com as reivindicações dos movimentos sociais e as necessidades do povo brasileiro. Somos um partido independente e faremos oposição programática a quem quer que vença. Neste segundo turno, mantemos firme a oposição frontal à candidatura Serra, declarando unitariamente “NENHUM VOTO EM SERRA”, por considerarmos que ele representa o retrocesso a uma ofensiva neoliberal, de direita e conservadora no País. Ao mesmo tempo, não aderimos à campanha Dilma, que se recusou sistematicamente ao longo do primeiro turno a assumir os compromissos com as bandeiras defendidas pela candidatura do PSOL e manteve compromissos com os banqueiros e as políticas neoliberais. Diante do voto e na atual conjuntura, duas posições são reconhecidas pela Executiva Nacional de nosso partido como opções legítimas existentes em nossa militância: voto crítico em Dilma e voto nulo/branco. O mais importante, portanto, é nos prepararmos para as lutas que virão no próximo período para defender os direitos dos trabalhadores e do povo oprimido do nosso País.
Executiva Nacional do PSOL
"Vários irmãos se recolhem e vão em frente. Vários também escravizam sua mente. Eu sei bem, quebro a corrente onde passo, e planto a minha semente. Gafanhotos nunca roubam de que tem. Predadores, senhores que mentem, esperem sentados, a rendição, nossa vitória não será por acidente." Stab, de Planet Hemp.
Mostrando postagens com marcador Eleições. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eleições. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Plenária da Candidatura 50800
Neste sábado, dia 21 de Agosto, às 16 h e 30 min na Sede do PSOL, Rua Padre Anchieta, 1586, teremos plenária de nossa candidatura à Deputado Estadual,
Faremos avaliação de nossas atividades de campanha até aqui e debateremos ideias e perspectivas. Nossa campanha está muito boa, estamos com várias atividades nas ruas, nesta plenária contaremos com a presença de toda a nossa militância e de diversas pessoas que tem demonstrado apoio durante estes dias de campanha.
Estão todos convidados, seguimos a luta!
Faremos avaliação de nossas atividades de campanha até aqui e debateremos ideias e perspectivas. Nossa campanha está muito boa, estamos com várias atividades nas ruas, nesta plenária contaremos com a presença de toda a nossa militância e de diversas pessoas que tem demonstrado apoio durante estes dias de campanha.
Estão todos convidados, seguimos a luta!
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Sobre o debate entre os candidatos ao Governo do RS
Me atrevo a escrever algumas palavras sobre o debate de ontem a noite na TV Bandeirantes. Pelo pouco que consegui acompanhar da repercussão dos debates entre os governadores de todo o país, o PSOL teve presença marcante em vários deles, foi assim com Edilson em Pernambuco, Marcos Mendes na Bahia, Paulo Bufalo em São Paulo, Jeferson no Rio de Janeiro, entre outros.
No primeiro debate entre os presidenciáveis, semana passada na mesma emissora, Plínio de Arruda Sampaio fez uma afirmação que explica o porquê do protagonismo do PSOL: todos dizem que vão fazer o bem e que não vão fazer o mal, e isto é óbvio, é necessário superar esta obviedade e tratar os problemas como eles realmente são.
No debate entre os candidatos ao Governo do Rio Grande do Sul ontem, Pedro Ruas foi o diferencial exatamente por isso. A urgência de maiores investimentos em saúde, o combate às desigualdades sociais, a retomada de uma educação de qualidade no Estado, o ataque ao crime organizado, a redução das desigualdades regionais e mais alguns temas são absolutamente óbvios.
A superação da obviedade por parte de Pedro Ruas se dá justamente a partir da exposição dos dois eixos programáticos do PSOL: o combate à corrupção e a auditoria na dívida do Estado com o Governo Federal. É exatamente daí que seriam disponibilizados os recursos para os investimentos tão urgentes no Estado. (veja o programa do PSOL-RS em http://tinyurl.com/3agbgnb)
A partir da exposição dos eixos programáticos, é necessário chamar os demais candidatos a este debate, e foi exatamente o que fez Pedro Ruas. Ao contrário dos desejos mais íntimos da Governadora Yeda Crusius, se depender do PSOL, não passará um debate em que esta não terá de se explicar sobre o rombo nos cofres públicos durante seu governo, comprovado por operações da Polícia Federal e pelo Ministério Público.
Assim como não passará ileso José Fogaça, sem ser perguntado sobre o motivo de sua negativa em instalar a CPI da saúde em Porto Alegre, visto que é obrigação de um Governante combater a corrupção, defendendo as investigações, principalmente em casos como este, com inúmeros indícios de fraude e a suspeita de assassinato do Secretário de Saúde.
Ainda sobre a saúde Pedro Ruas trouxe ao debate o tema da regulamentação da emenda 29, que obriga os Governos a aplicarem 12 % do orçamento na saúde, perguntando a Tarso Genro porque o Governo de Lula, do PT de Tarso, do PMDB de Fogaça e do PP da chapa de Yeda esta impedindo a regulamentação da emenda. Tarso fugiu pela velha desculpa da correlação de forças entre os Partidos no Congresso Nacional, que “curiosamente” só serve para explicar os casos em que o povo é prejudicado.
Ruas aproveitou também o debate para demonstrar as contradições das alianças inexplicáveis nos processos eleitorais, que nada tem de confluência de idéias, realizadas apenas para garantir mais tempo de rádio e TV e partilhar os cargos em um futuro Governo.
Pedro Ruas foi a cara do PSOL, o diferencial do debate, como tem sido desde o início do processo eleitoral e continuará sendo até o final. O voto da esquerda é 50! 50 é PSOL!
No primeiro debate entre os presidenciáveis, semana passada na mesma emissora, Plínio de Arruda Sampaio fez uma afirmação que explica o porquê do protagonismo do PSOL: todos dizem que vão fazer o bem e que não vão fazer o mal, e isto é óbvio, é necessário superar esta obviedade e tratar os problemas como eles realmente são.
No debate entre os candidatos ao Governo do Rio Grande do Sul ontem, Pedro Ruas foi o diferencial exatamente por isso. A urgência de maiores investimentos em saúde, o combate às desigualdades sociais, a retomada de uma educação de qualidade no Estado, o ataque ao crime organizado, a redução das desigualdades regionais e mais alguns temas são absolutamente óbvios.
A superação da obviedade por parte de Pedro Ruas se dá justamente a partir da exposição dos dois eixos programáticos do PSOL: o combate à corrupção e a auditoria na dívida do Estado com o Governo Federal. É exatamente daí que seriam disponibilizados os recursos para os investimentos tão urgentes no Estado. (veja o programa do PSOL-RS em http://tinyurl.com/3agbgnb)
A partir da exposição dos eixos programáticos, é necessário chamar os demais candidatos a este debate, e foi exatamente o que fez Pedro Ruas. Ao contrário dos desejos mais íntimos da Governadora Yeda Crusius, se depender do PSOL, não passará um debate em que esta não terá de se explicar sobre o rombo nos cofres públicos durante seu governo, comprovado por operações da Polícia Federal e pelo Ministério Público.
Assim como não passará ileso José Fogaça, sem ser perguntado sobre o motivo de sua negativa em instalar a CPI da saúde em Porto Alegre, visto que é obrigação de um Governante combater a corrupção, defendendo as investigações, principalmente em casos como este, com inúmeros indícios de fraude e a suspeita de assassinato do Secretário de Saúde.
Ainda sobre a saúde Pedro Ruas trouxe ao debate o tema da regulamentação da emenda 29, que obriga os Governos a aplicarem 12 % do orçamento na saúde, perguntando a Tarso Genro porque o Governo de Lula, do PT de Tarso, do PMDB de Fogaça e do PP da chapa de Yeda esta impedindo a regulamentação da emenda. Tarso fugiu pela velha desculpa da correlação de forças entre os Partidos no Congresso Nacional, que “curiosamente” só serve para explicar os casos em que o povo é prejudicado.
Ruas aproveitou também o debate para demonstrar as contradições das alianças inexplicáveis nos processos eleitorais, que nada tem de confluência de idéias, realizadas apenas para garantir mais tempo de rádio e TV e partilhar os cargos em um futuro Governo.
Pedro Ruas foi a cara do PSOL, o diferencial do debate, como tem sido desde o início do processo eleitoral e continuará sendo até o final. O voto da esquerda é 50! 50 é PSOL!
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Sobre a visita de Plínio a Pelotas

Plínio de Arruda Sampaio, nosso candidato à Presidência da República cumpriu roteiro em Pelotas e Rio Grande nesta quinta-feira. Foram excelentes atividades, visitas a imprensa, lançamento de candidaturas e comício.
Plínio é um homem de 80 anos recém completos, tem a disposição que falta a muitos jovens, para realizar modificações profundas na sociedade. É um exemplo de trajetória de vida e militância.
Nos acompanhou durante todo este roteiro o Professor Luiz Carlos Lucas, nosso Candidato ao Senado Federal, com que tive a honra de formar chapa para disputar a Prefeitura de Pelotas em 2008.
A visita de Plínio de Arruda Sampaio à nossa região foi muito importante para que possamos continuar nas ruas, conversando com o povo, falando e ouvindo. É o nosso jeito de fazer campanha! Rumo a uma nova política!!
terça-feira, 27 de julho de 2010
Plínio de Arruda Sampaio em Pelotas
Na próxima quinta-feira contaremos com a ilustre presença de nosso Candidato à Presidência da República Plínio de Arruda Sampaio em Pelotas.

Plínio é promotor público aposentado, já foi Deputado Federal por três vezes e aos 80 anos enfrenta a batalha das eleições para combater a falsa polarização entre PT e PSDB.
Na próxima quinta, Plínio cumpre agenda de imprensa na cidade, e a partir das 16 h estará no centro da cidade, participando de mini-comício com a militância do PSOL no chafariz do calçadão!
Convidamos todos a participarem da atividade!
domingo, 18 de julho de 2010
Relatos de campanha
No sábado, dia 10 de Julho, realizamos nossa Plenária de Arrancada, foi uma ótima atividade como já descrevi aqui no blog, assim como o lançamento do camarada Maicon Nachtigall na noite do mesmo dia 10.
No domingo já estávamos na rua. Foram inúmeras atividades em diversos lugares. Fomos a locais de grande concentração como as Avenidas Bento Gonçalves e Duque de Caxias, no centro, Chafariz do Calçadão e paradas de ônibus, diversas escolas.
Tivemos inúmeras conversas interessantíssimas. No final do segundo dia de atividades já havia relatado a alguns camaradas que eu tinha renovado a minha declaração de amor à humanidade por no mínimo mais uns dez anos. A campanha eleitoral possibilita um momento único de diálogo com as pessoas nas ruas, as coisas que vi e ouvi até aqui só reforçaram a necessidade de continuar lutando por uma sociedade diferente.
As paradas de ônibus me possibilitaram momentos marcantes. Numa delas encontrei uma moça completamente desiludida com a política, mas que foi muito educada e me ouviu, ao final da conversa ela disse que levaria nosso panfleto para casa, que leria com atenção e que admirava a nossa esperança de mudança, afirmando que se não ocorressem modificações na política, não teria coragem de colocar um filho no mundo.
Em outro ponto de ônibus conheci a Luciane, que de início disse que não queria nosso panfleto, pois não o leria e acabaria jogando no lixo, “colaborando” com o acúmulo de dejetos. Eu não desisti e resolvi apresentar nossas ideias verbalmente, falei e ouvi por aproximadamente 10 minutos, o ônibus da Luciane chegou, ela pediu um panfleto e me disse que tinha 41 anos e nunca, mesmo em período eleitoral, alguém tinha ficado 10 minutos conversando com ela sobre política.
Conversei também com o Fernando, do Sítio Floresta. Antenado na política, conhece os Vereadores de Pelotas por nome e sobrenome, já fez campanhas para alguns deles e se desiludiu. Continua discutindo política e se mobilizando, me relatou diversos problemas do seu bairro e me convidou para visitá-lo quando estiver por perto.
Recebi diversos depoimentos de jovens indignados com a falta de perspectiva de emprego na região, mesmo para quem teve a oportunidade de estudar. A maioria destes relatos comprova a necessidade de mudança no modelo de desenvolvimento regional.
Como já disse estas conversas foram extremamente motivadoras, a chuva no final de semana nos tirou provisoriamente das atividades de rua, tomara que não chova até quinta conforme informa a previsão do tempo. De qualquer forma vamos continuar lutando, a chuva só faz mudar o local, não o ânimo.
No domingo já estávamos na rua. Foram inúmeras atividades em diversos lugares. Fomos a locais de grande concentração como as Avenidas Bento Gonçalves e Duque de Caxias, no centro, Chafariz do Calçadão e paradas de ônibus, diversas escolas.
Tivemos inúmeras conversas interessantíssimas. No final do segundo dia de atividades já havia relatado a alguns camaradas que eu tinha renovado a minha declaração de amor à humanidade por no mínimo mais uns dez anos. A campanha eleitoral possibilita um momento único de diálogo com as pessoas nas ruas, as coisas que vi e ouvi até aqui só reforçaram a necessidade de continuar lutando por uma sociedade diferente.
As paradas de ônibus me possibilitaram momentos marcantes. Numa delas encontrei uma moça completamente desiludida com a política, mas que foi muito educada e me ouviu, ao final da conversa ela disse que levaria nosso panfleto para casa, que leria com atenção e que admirava a nossa esperança de mudança, afirmando que se não ocorressem modificações na política, não teria coragem de colocar um filho no mundo.
Em outro ponto de ônibus conheci a Luciane, que de início disse que não queria nosso panfleto, pois não o leria e acabaria jogando no lixo, “colaborando” com o acúmulo de dejetos. Eu não desisti e resolvi apresentar nossas ideias verbalmente, falei e ouvi por aproximadamente 10 minutos, o ônibus da Luciane chegou, ela pediu um panfleto e me disse que tinha 41 anos e nunca, mesmo em período eleitoral, alguém tinha ficado 10 minutos conversando com ela sobre política.
Conversei também com o Fernando, do Sítio Floresta. Antenado na política, conhece os Vereadores de Pelotas por nome e sobrenome, já fez campanhas para alguns deles e se desiludiu. Continua discutindo política e se mobilizando, me relatou diversos problemas do seu bairro e me convidou para visitá-lo quando estiver por perto.
Recebi diversos depoimentos de jovens indignados com a falta de perspectiva de emprego na região, mesmo para quem teve a oportunidade de estudar. A maioria destes relatos comprova a necessidade de mudança no modelo de desenvolvimento regional.
Como já disse estas conversas foram extremamente motivadoras, a chuva no final de semana nos tirou provisoriamente das atividades de rua, tomara que não chova até quinta conforme informa a previsão do tempo. De qualquer forma vamos continuar lutando, a chuva só faz mudar o local, não o ânimo.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Arrancada
Este foi o final de semana de largada das nossas candidaturas. No sábado a tarde tivemos a Plenária de Arrancada de nossa Candidatura a Deputado Estadual, na Sede do Partido, reunimos mais de 40 militantes, filiados do PSOL, familiares, amigos, companheiros com os quais travamos inúmeras lutas lado a lado nos últimos anos.
Ainda no sábado ocorreu o lançamento da Candidatura de nosso camarada Maicon Nachtigall à Câmara Federal, mais de 100 pessoas se reuniram no Clube Caixeral para confraternizar, debater política e dar a largada na fundamental candidatura do Maicon.
Nas duas atividades contamos com a ilustre presença de nosso Candidato a Governador Pedro Ruas, que demonstrou todo o seu preparo e garra para enfrentar a batalha das eleições. Além de Ruas, tivemos a honra de contar nestas atividades com o nosso Candidato ao Senado, Professor Lucas, que apesar de estar aposentado a poucas semanas, já parece estar com saudades dos seus tempos de docência, dando aulas brilhantes de história, sociologia, política e humanismo em cada uma de suas falas e conversas.
No domingo tivemos nossas primeiras atividades de panfletagens. Estivemos na Avenida Bento Gonçalves no Centro e na Avenida Duque de Caxias no Bairro Fragata. Foram ótimas atividades em que podemos comprovar ao vivo todo o espaço que há para nosso Partido, para nossas ideias e para nossas candidaturas. Contamos nestas atividades com o apoio de nossa querida, jovem e vibrante Vereadora de Porto Alegre Fernanda Melchionna.
Estamos recém começando esta jornada. Nestes primeiros dias ainda não vamos encontrar nas ruas as máquinas cheias de dinheiro dos partidos tradicionais que fazem o povo encher o saco de tanto receber panfletos. De nossa parte vamos passar toda a campanha nas ruas, com nossa militância, com nossa cara limpa, conversando com o povo. Nossa militância e nossa garra são nossos trunfos, que não serão comprados nem intimidados pelas grandes máquinas. A campanha esta começando, é incerto se teremos as vitórias eleitorais que aguardamos, no entanto, já podemos ter a certeza de que teremos vitórias políticas, continuando a construção de um Partido que pode sair às ruas de cabeça erguida para defender o seu programa.
Ainda no sábado ocorreu o lançamento da Candidatura de nosso camarada Maicon Nachtigall à Câmara Federal, mais de 100 pessoas se reuniram no Clube Caixeral para confraternizar, debater política e dar a largada na fundamental candidatura do Maicon.
Nas duas atividades contamos com a ilustre presença de nosso Candidato a Governador Pedro Ruas, que demonstrou todo o seu preparo e garra para enfrentar a batalha das eleições. Além de Ruas, tivemos a honra de contar nestas atividades com o nosso Candidato ao Senado, Professor Lucas, que apesar de estar aposentado a poucas semanas, já parece estar com saudades dos seus tempos de docência, dando aulas brilhantes de história, sociologia, política e humanismo em cada uma de suas falas e conversas.
No domingo tivemos nossas primeiras atividades de panfletagens. Estivemos na Avenida Bento Gonçalves no Centro e na Avenida Duque de Caxias no Bairro Fragata. Foram ótimas atividades em que podemos comprovar ao vivo todo o espaço que há para nosso Partido, para nossas ideias e para nossas candidaturas. Contamos nestas atividades com o apoio de nossa querida, jovem e vibrante Vereadora de Porto Alegre Fernanda Melchionna.
Estamos recém começando esta jornada. Nestes primeiros dias ainda não vamos encontrar nas ruas as máquinas cheias de dinheiro dos partidos tradicionais que fazem o povo encher o saco de tanto receber panfletos. De nossa parte vamos passar toda a campanha nas ruas, com nossa militância, com nossa cara limpa, conversando com o povo. Nossa militância e nossa garra são nossos trunfos, que não serão comprados nem intimidados pelas grandes máquinas. A campanha esta começando, é incerto se teremos as vitórias eleitorais que aguardamos, no entanto, já podemos ter a certeza de que teremos vitórias políticas, continuando a construção de um Partido que pode sair às ruas de cabeça erguida para defender o seu programa.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Breves considerações sobre o primeiro debate entre os candidatos ao Governo do RS
Estamos envolvidos em uma grande correria nesta largada de campanha. Ontem começamos oficialmente, com caminhada em Porto Alegre. Na parte da manhã ocorreu o primeiro debate entre os candidatos ao Governo. Participaram José Fogaça, Tarso Genro e o nosso candidato Pedro Ruas.
De última hora a atual Governadora Yeda Crusius anunciou que não iria ao debate, mesmo após sua assessoria ter participado das reuniões que definiram as regras do mesmo. A ausência de Yeda foi determinante, demonstrando a insegurança da Governadora em defender seu próprio desgoverno. Há quem afirme que Yeda não participará de debates em que Pedro Ruas seja convidado, um claro mecanismo de pressão para que os veículos promotores dos debates retirem o PSOL da disputa.
O fato é que Pedro Ruas, Luciana Genro e o conjunto do PSOL foram os principais opositores ao trágico Governo Yeda, nosso Partido vem se consolidando como uma alternativa para um conjunto da população e seria ridículo Ruas ficar de fora de qualquer debate. Se Yeda e sua turma pensam em tirar o PSOL dos principais momentos de enfrentamento entre os candidatos, é melhor mudarem de idéia, visto que até a colunista de ZH Rosane de Oliveira publicou em seu Twitter após o debate que não sabia quem havia ganhado o debate, mas que certamente Yeda havia perdido, visto que foi várias vezes atacada por Pedro Ruas e não estava lá para se defender.
Se Rosane de Oliveira não sabe quem ganhou o debate, podemos ajudá-la, afirmando que Pedro Ruas foi o vencedor. Nosso Candidato foi seguro ao apresentar o programa do PSOL, tratando de relacionar os eixos - combate a corrupção e a dívida do Estado com a União - com as necessidades básicas da população, como saúde, educação, segurança pública, melhorias nas estradas, entre outros.
Além de propor Pedro Ruas foi incisivo em colocar em xeque as demais candidaturas, questionando a corrida sem critérios por alianças eleitorais no período pré-campanha, as responsabilidades do PT de Tarso com a sangria dos cofres do RS para o pagamento da dívida com a União e o envolvimento da Prefeitura de Porto Alegre durante a gestão Fogaça em escândalos de corrupção na área da saúde.
Foi o primeiro debate e estamos apenas começando a campanha, mas como sempre, mostramos que não viemos “a passeio”, tenho o prazer de ter participado da construção do PSOL desde o início, de começar a batalha na campanha de Pedro Ruas e pela fundamental reeleição da Deputada Federal Luciana Genro. Começamos uma nova batalha, que é árdua, mas extremamente necessária e justa!
De última hora a atual Governadora Yeda Crusius anunciou que não iria ao debate, mesmo após sua assessoria ter participado das reuniões que definiram as regras do mesmo. A ausência de Yeda foi determinante, demonstrando a insegurança da Governadora em defender seu próprio desgoverno. Há quem afirme que Yeda não participará de debates em que Pedro Ruas seja convidado, um claro mecanismo de pressão para que os veículos promotores dos debates retirem o PSOL da disputa.
O fato é que Pedro Ruas, Luciana Genro e o conjunto do PSOL foram os principais opositores ao trágico Governo Yeda, nosso Partido vem se consolidando como uma alternativa para um conjunto da população e seria ridículo Ruas ficar de fora de qualquer debate. Se Yeda e sua turma pensam em tirar o PSOL dos principais momentos de enfrentamento entre os candidatos, é melhor mudarem de idéia, visto que até a colunista de ZH Rosane de Oliveira publicou em seu Twitter após o debate que não sabia quem havia ganhado o debate, mas que certamente Yeda havia perdido, visto que foi várias vezes atacada por Pedro Ruas e não estava lá para se defender.
Se Rosane de Oliveira não sabe quem ganhou o debate, podemos ajudá-la, afirmando que Pedro Ruas foi o vencedor. Nosso Candidato foi seguro ao apresentar o programa do PSOL, tratando de relacionar os eixos - combate a corrupção e a dívida do Estado com a União - com as necessidades básicas da população, como saúde, educação, segurança pública, melhorias nas estradas, entre outros.
Além de propor Pedro Ruas foi incisivo em colocar em xeque as demais candidaturas, questionando a corrida sem critérios por alianças eleitorais no período pré-campanha, as responsabilidades do PT de Tarso com a sangria dos cofres do RS para o pagamento da dívida com a União e o envolvimento da Prefeitura de Porto Alegre durante a gestão Fogaça em escândalos de corrupção na área da saúde.
Foi o primeiro debate e estamos apenas começando a campanha, mas como sempre, mostramos que não viemos “a passeio”, tenho o prazer de ter participado da construção do PSOL desde o início, de começar a batalha na campanha de Pedro Ruas e pela fundamental reeleição da Deputada Federal Luciana Genro. Começamos uma nova batalha, que é árdua, mas extremamente necessária e justa!
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Entrevista com Pedro Ruas
O que diferencia o PSOL dos demais partidos?
30/06/2010
Confira a entrevista que nosso pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul, vereador Pedro Ruas, concedeu ao jornal virtual Sul 21:
Entrevista: Rachel Dutra
O que diferencia o PSOL dos demais partidos de esquerda, que têm essências similares?
O PSOL não abre mão de ser socialista. Ser socialista, para nosso partido, não é uma estratégia, existe um projeto socialista. E cuidamos muito do método. Essa linha de ser absorvido pelo sistema é detestada pelo PSOL. Os partidos tradicionais, e infelizmente neste aspecto eu tenho que incluir o PT, acabam disputando o poder pelo poder. Não há coisa tão contraditória como essa busca do PT por aliança com o PTB, que aqui em Porto Alegre está envolvido nos escândalos da Secretaria Municipal de Saúde. Só no caso do Instituto Sollus, são quase 10 milhões desviados da Prefeitura de Porto Alegre. A empresa Reação tem várias irregularidades e tem todos os seus proprietários no Presídio Central acusados de homicídio do Secretário de Saúde. Então, a gente vê o PT procurando o PTB, o PMDB com o PDT. No plano nacional o PT e o PMDB juntos. Estes partidos não têm um programa de governo, eles tem um projeto de ganhar. E essas alianças esdrúxulas acabam tendo necessariamente o preço da repartição dos cargos. Ai é aquele horror que vemos por ai. Por que? Porque não há programa de governo. Tu não vês uma discussão sobre o plano de governo. Nós temos a pretensão de ter o melhor programa de governo desta eleição e isto não é difícil. O dinheiro público é sagrado. No nosso ponto de vista ele é intocável e todos aqueles que fugirem esta linha serão combatidos e por nós denunciados.
Qual o seu plano de governo?
Nós temos projetos para todas as áreas, mas dois eixos principais norteiam o nosso programa. O primeiro é a discussão quanto à dívida estadual. A dívida do RS consome 18% da receita líquida anual do RS. Em 2008 foram pagos R$ 2,638 bilhões de reais à União, dados da FEE e do Dieese. Este recurso, separadamente, é mais do que se gasta com segurança e saúde. E ai tem um problema sério na dívida: nenhum dos candidatos ao governo ou até mesmos os atuais governantes e antigos governantes sabem do que é composta a dívida. Essa divida é um mistério, ninguém sabe o que foi pago ou emprestado ao RS, quanto de multa tem ali. Eu garanto que ninguém sabe. Afirmo e explico. Há 20 anos esta dívida era de R$ 3,4 bilhões. Em 1998, quando o governador Antonio Britto fez o acordo, a dívida já era de R$ 13,8 bilhões. O ano passado ela já somava R$ 39 bilhões. Agora analisemos. Se em 2008 pagamos R$ 2,638 bilhões, a dívida já teria sido paga, mas essa dívida só aumenta. Tem alguma coisa errada. Então nós temos que ter uma auditoria para saber o que compõem essa dívida. Isso tem que ser levado à opinião pública, ai pode ter inclusive crime, responsabilidade pessoal.
A gente sabe que recentemente a governadora Yeda Crusius (PSDB) fez um empréstimo R$ 1,1 bilhão no exterior. O avalista é a União e essa dívida nem está incluída nos valores que mencionei antes, que já é outro absurdo. Então o primeiro eixo é isso. Combater essa dívida que para nós é irreal e fica sangrando o Estado todos os anos.
O segundo eixo é combater a corrupção. Tem estudos internacionais que dizem que nos países onde há corrupção, o prejuízo orçamentário é cerca de 30% do erário. Então, o combate permanente à corrupção, em qualquer escalão, em qualquer forma, em qualquer área, é imprescindível.
Nós temos propostas na área da educação que prioriza cumprir o piso nacional e que, para nossa vergonha, o governo atual está questionando junto ao Supremo Tribunal Federal. E nós defendemos também a escola de turno integral, nos conceitos de Darcy Ribeiro e Leonel Brizola. Esta proposta de ensino é mais cara, mas é uma escola que contempla todas as refeições, opções de atividades contra turno e reforço escolar, liberando os pais e ocupando pedagogicamente as crianças. E não há melhor investimento que este, pensando nos resultados de longo prazo.
Na área da saúde nós temos esse escândalo do caso Sollus, que está ligado a um dos programas essenciais para o acesso à saúde entre as comunidades mais pobres, o Programa de Saúde da Família (PSF). Nós vamos investir neste programa.
O ex-prefeito José Fogaça (PMDB) e a governadora Yeda Crusius (PSDB) foram denunciados por corrupção pelo senhor. Como será sua atuação em relação a eles, agora seus adversários nesta eleição?
Eu acho uma oportunidade excelente. No caso da Yeda, nós podemos questionar tudo que nós já denunciamos em 2009. E no caso do Fogaça, perguntar tudo que aconteceu no município e o fato de ele ter influenciado para impedir assinaturas visando a abertura de uma CPI no caso Sollus.
Então esse será o tom da campanha do PSOL?
Sim. Nós vamos questionar. Nós vamos questionar o PTB, vamos questionar o PT. A questão, por exemplo, do apoio à candidatura da Roseana Sarney. A oligarquia mais corrupta é a do Sarney no Maranhão e esta é apoiada pelo PT. Isso não está diretamente ligado ao candidato Tarso Genro, mas é o partido dele e isso é uma questão complexa. E os mensaleiros nós também vamos questionar. Como José Dirceu volta com toda essa pompa, uma pessoa envolvida em delitos? Então é claro que vamos questionar. Este será um momento importante.
Como avalia a visão dos eleitores diante dessa postura mais agressiva do PSOL nos debates?
Eleitoralmente eu não sei esta resposta. Mas, isso não é uma opção eleitoreira, é uma posição política. É a missão do PSOL. Claro que tem uma motivação ideológica que justifica o posicionamento político. Eu acredito inclusive que a escolha da executiva nacional do partido, ao sugerir meu nome para a candidatura ao governo do Estado, é em razão desse tom. Eu tenho formação jurídica e posso fazer esse confronto.
Como está sendo organizada a campanha do PSOL?
O PSOL é um partido organicamente pequeno, apesar de termos propostas grandes. Nós não temos recursos, então vamos fazer uma campanha conforme as nossas possibilidades. Nós temos aqui no RS um mandato federal que é da Luciana Genro e dois municipais, um em Porto Alegre e outro em Viamão. Nós temos o fundo partidário e não temos financiadores. Mas é possível fazer um bom trabalho. Vamos apostar numa boa propaganda eleitoral no rádio e na TV, e utilizaremos os militantes para a produção da campanha e na militância das ruas. Vou dar um exemplo meu para ilustrar isso. Há 12 anos, o Centro de Pesquisas do Correio Povo era muito preciso. Na primeira pesquisa, quando eu concorri ao Senado, tinha 0,6% e cheguei a 12% do eleitorado gaúcho ao final da campanha. Só dentro de Porto Alegre eu fiz mais de 12 mil votos. E o que eu usei para a campanha foi a propaganda eleitoral gratuita e a militância. Então se o trabalho for sério e focado, dá para conseguir atingir uma fatia boa do eleitorado. Eu não sei qual é o limite, podemos variar de 5% a 25%.
Qual a sua expectativa com o segundo turno, já que as últimas pesquisas mostram os demais candidatos com bastante vantagem em relação aos partidos menores, como o PSOL?
No PSOL não há o debate do segundo turno. Há o debate forte sobre o primeiro turno. Do ponto de vista de chegar à população, não há nada mais importante na política do que as eleições. Então tu tens que viver a eleição pensando no primeiro turno. Discutir o segundo turno não tem sentido. Prefiro pensar quantos vamos eleger na proporcional. Isso é vital. Temos que reeleger a Luciana Genro, podemos fazer mais um ou dois deputados federais. Nós não temos nenhum deputado na Assembleia e quase derrubamos a Yeda, só nos faltou o flagrante.
O acesso ao material que foi utilizado em suas denúncias foi por intermédio de Lair Ferst?
Não posso dizer. Mas o processo está andando. Nós tivemos acesso ao material, mas nunca tivemos posse. E nós só divulgamos porque morreu Marcelo Cavalcanti, nós iríamos aguardar para divulgar. Mas como ele morreu, nós entendemos que era nossa obrigação. O que não está andando é a conclusão do inquérito sobre a morte do Cavalcanti em Brasília, não se sabe a causa da morte ainda. Como pode, depois de um ano e meio?
E como estão esses processos no Rio Grande do Sul, hoje?
Aqui no RS o processo está assim: o Ministério Público Federal denunciou, na fraude do DETRAN, nove pessoas, entre elas a governadora Yeda e seu marido. Depois houve um recurso em relação à governadora, que é um recurso questionando a competência da justiça federal – para ajudar a governadora. Nesta tese quem seria competente para julgar a governadora seria o Superior Tribunal de Justiça. O Tribunal Federal de recursos acolheu esta tese, suspendeu o processo e excluiu o nome da governadora, no ano passado. O MPF, a partir daí, também recorreu e o recurso foi admitido. Então, tem duas hipóteses: ou ela é julgada pela justiça federal, como originalmente começou, ou pelo STJ, que é a tese do recurso dela. É bom esclarecer que em nenhum dos casos existe uma alegação de inocência, é uma questão de ver quem vai julgar ou não, e isso demora realmente. E com isso, os demais acusados são beneficiados no tempo, em função da demora da situação da governadora Yeda, porque não tem como ouvir uma testemunha que não possa falar sobre ela. Então para esclarecer isso tudo a campanha também servirá. Nós do PSOL não temos dúvida que a governadora não é inocente. E o MP também não tem dúvida, tanto que ele fez a denúncia e pediu o afastamento dela do cargo por improbidade administrativa.
Em relação a alianças, por que a esquerda não se uniu, já que há outros partidos com programas semelhantes?
Nós conversamos, mas as siglas tinham uma orientação nacional, assim como nós. Então respeitamos. Até porque seria contraditório respeitarmos a nossa e não respeitarmos a deles. Então nossa chapa será puro-sangue, só o PSOL. A própria escolha do vice também foi algo escolhido no diálogo e no respeito às correntes do partido, porque o PSOL historicamente tem muitas correntes. A mesma coisa para escolha da chapa proporcional. Mas apesar de respeitarmos isso, o mais importante não são as chapas e sim o programa de governo. Os eleitores não querem saber quem as nossas correntes querem, querem saber o que nós vamos fazer. E eles estão certos, as correntes são questões internas.
Fonte: pedroruaspsol.wordpress.com
30/06/2010
Confira a entrevista que nosso pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul, vereador Pedro Ruas, concedeu ao jornal virtual Sul 21:
Entrevista: Rachel Dutra
O que diferencia o PSOL dos demais partidos de esquerda, que têm essências similares?
O PSOL não abre mão de ser socialista. Ser socialista, para nosso partido, não é uma estratégia, existe um projeto socialista. E cuidamos muito do método. Essa linha de ser absorvido pelo sistema é detestada pelo PSOL. Os partidos tradicionais, e infelizmente neste aspecto eu tenho que incluir o PT, acabam disputando o poder pelo poder. Não há coisa tão contraditória como essa busca do PT por aliança com o PTB, que aqui em Porto Alegre está envolvido nos escândalos da Secretaria Municipal de Saúde. Só no caso do Instituto Sollus, são quase 10 milhões desviados da Prefeitura de Porto Alegre. A empresa Reação tem várias irregularidades e tem todos os seus proprietários no Presídio Central acusados de homicídio do Secretário de Saúde. Então, a gente vê o PT procurando o PTB, o PMDB com o PDT. No plano nacional o PT e o PMDB juntos. Estes partidos não têm um programa de governo, eles tem um projeto de ganhar. E essas alianças esdrúxulas acabam tendo necessariamente o preço da repartição dos cargos. Ai é aquele horror que vemos por ai. Por que? Porque não há programa de governo. Tu não vês uma discussão sobre o plano de governo. Nós temos a pretensão de ter o melhor programa de governo desta eleição e isto não é difícil. O dinheiro público é sagrado. No nosso ponto de vista ele é intocável e todos aqueles que fugirem esta linha serão combatidos e por nós denunciados.
Qual o seu plano de governo?
Nós temos projetos para todas as áreas, mas dois eixos principais norteiam o nosso programa. O primeiro é a discussão quanto à dívida estadual. A dívida do RS consome 18% da receita líquida anual do RS. Em 2008 foram pagos R$ 2,638 bilhões de reais à União, dados da FEE e do Dieese. Este recurso, separadamente, é mais do que se gasta com segurança e saúde. E ai tem um problema sério na dívida: nenhum dos candidatos ao governo ou até mesmos os atuais governantes e antigos governantes sabem do que é composta a dívida. Essa divida é um mistério, ninguém sabe o que foi pago ou emprestado ao RS, quanto de multa tem ali. Eu garanto que ninguém sabe. Afirmo e explico. Há 20 anos esta dívida era de R$ 3,4 bilhões. Em 1998, quando o governador Antonio Britto fez o acordo, a dívida já era de R$ 13,8 bilhões. O ano passado ela já somava R$ 39 bilhões. Agora analisemos. Se em 2008 pagamos R$ 2,638 bilhões, a dívida já teria sido paga, mas essa dívida só aumenta. Tem alguma coisa errada. Então nós temos que ter uma auditoria para saber o que compõem essa dívida. Isso tem que ser levado à opinião pública, ai pode ter inclusive crime, responsabilidade pessoal.
A gente sabe que recentemente a governadora Yeda Crusius (PSDB) fez um empréstimo R$ 1,1 bilhão no exterior. O avalista é a União e essa dívida nem está incluída nos valores que mencionei antes, que já é outro absurdo. Então o primeiro eixo é isso. Combater essa dívida que para nós é irreal e fica sangrando o Estado todos os anos.
O segundo eixo é combater a corrupção. Tem estudos internacionais que dizem que nos países onde há corrupção, o prejuízo orçamentário é cerca de 30% do erário. Então, o combate permanente à corrupção, em qualquer escalão, em qualquer forma, em qualquer área, é imprescindível.
Nós temos propostas na área da educação que prioriza cumprir o piso nacional e que, para nossa vergonha, o governo atual está questionando junto ao Supremo Tribunal Federal. E nós defendemos também a escola de turno integral, nos conceitos de Darcy Ribeiro e Leonel Brizola. Esta proposta de ensino é mais cara, mas é uma escola que contempla todas as refeições, opções de atividades contra turno e reforço escolar, liberando os pais e ocupando pedagogicamente as crianças. E não há melhor investimento que este, pensando nos resultados de longo prazo.
Na área da saúde nós temos esse escândalo do caso Sollus, que está ligado a um dos programas essenciais para o acesso à saúde entre as comunidades mais pobres, o Programa de Saúde da Família (PSF). Nós vamos investir neste programa.
O ex-prefeito José Fogaça (PMDB) e a governadora Yeda Crusius (PSDB) foram denunciados por corrupção pelo senhor. Como será sua atuação em relação a eles, agora seus adversários nesta eleição?
Eu acho uma oportunidade excelente. No caso da Yeda, nós podemos questionar tudo que nós já denunciamos em 2009. E no caso do Fogaça, perguntar tudo que aconteceu no município e o fato de ele ter influenciado para impedir assinaturas visando a abertura de uma CPI no caso Sollus.
Então esse será o tom da campanha do PSOL?
Sim. Nós vamos questionar. Nós vamos questionar o PTB, vamos questionar o PT. A questão, por exemplo, do apoio à candidatura da Roseana Sarney. A oligarquia mais corrupta é a do Sarney no Maranhão e esta é apoiada pelo PT. Isso não está diretamente ligado ao candidato Tarso Genro, mas é o partido dele e isso é uma questão complexa. E os mensaleiros nós também vamos questionar. Como José Dirceu volta com toda essa pompa, uma pessoa envolvida em delitos? Então é claro que vamos questionar. Este será um momento importante.
Como avalia a visão dos eleitores diante dessa postura mais agressiva do PSOL nos debates?
Eleitoralmente eu não sei esta resposta. Mas, isso não é uma opção eleitoreira, é uma posição política. É a missão do PSOL. Claro que tem uma motivação ideológica que justifica o posicionamento político. Eu acredito inclusive que a escolha da executiva nacional do partido, ao sugerir meu nome para a candidatura ao governo do Estado, é em razão desse tom. Eu tenho formação jurídica e posso fazer esse confronto.
Como está sendo organizada a campanha do PSOL?
O PSOL é um partido organicamente pequeno, apesar de termos propostas grandes. Nós não temos recursos, então vamos fazer uma campanha conforme as nossas possibilidades. Nós temos aqui no RS um mandato federal que é da Luciana Genro e dois municipais, um em Porto Alegre e outro em Viamão. Nós temos o fundo partidário e não temos financiadores. Mas é possível fazer um bom trabalho. Vamos apostar numa boa propaganda eleitoral no rádio e na TV, e utilizaremos os militantes para a produção da campanha e na militância das ruas. Vou dar um exemplo meu para ilustrar isso. Há 12 anos, o Centro de Pesquisas do Correio Povo era muito preciso. Na primeira pesquisa, quando eu concorri ao Senado, tinha 0,6% e cheguei a 12% do eleitorado gaúcho ao final da campanha. Só dentro de Porto Alegre eu fiz mais de 12 mil votos. E o que eu usei para a campanha foi a propaganda eleitoral gratuita e a militância. Então se o trabalho for sério e focado, dá para conseguir atingir uma fatia boa do eleitorado. Eu não sei qual é o limite, podemos variar de 5% a 25%.
Qual a sua expectativa com o segundo turno, já que as últimas pesquisas mostram os demais candidatos com bastante vantagem em relação aos partidos menores, como o PSOL?
No PSOL não há o debate do segundo turno. Há o debate forte sobre o primeiro turno. Do ponto de vista de chegar à população, não há nada mais importante na política do que as eleições. Então tu tens que viver a eleição pensando no primeiro turno. Discutir o segundo turno não tem sentido. Prefiro pensar quantos vamos eleger na proporcional. Isso é vital. Temos que reeleger a Luciana Genro, podemos fazer mais um ou dois deputados federais. Nós não temos nenhum deputado na Assembleia e quase derrubamos a Yeda, só nos faltou o flagrante.
O acesso ao material que foi utilizado em suas denúncias foi por intermédio de Lair Ferst?
Não posso dizer. Mas o processo está andando. Nós tivemos acesso ao material, mas nunca tivemos posse. E nós só divulgamos porque morreu Marcelo Cavalcanti, nós iríamos aguardar para divulgar. Mas como ele morreu, nós entendemos que era nossa obrigação. O que não está andando é a conclusão do inquérito sobre a morte do Cavalcanti em Brasília, não se sabe a causa da morte ainda. Como pode, depois de um ano e meio?
E como estão esses processos no Rio Grande do Sul, hoje?
Aqui no RS o processo está assim: o Ministério Público Federal denunciou, na fraude do DETRAN, nove pessoas, entre elas a governadora Yeda e seu marido. Depois houve um recurso em relação à governadora, que é um recurso questionando a competência da justiça federal – para ajudar a governadora. Nesta tese quem seria competente para julgar a governadora seria o Superior Tribunal de Justiça. O Tribunal Federal de recursos acolheu esta tese, suspendeu o processo e excluiu o nome da governadora, no ano passado. O MPF, a partir daí, também recorreu e o recurso foi admitido. Então, tem duas hipóteses: ou ela é julgada pela justiça federal, como originalmente começou, ou pelo STJ, que é a tese do recurso dela. É bom esclarecer que em nenhum dos casos existe uma alegação de inocência, é uma questão de ver quem vai julgar ou não, e isso demora realmente. E com isso, os demais acusados são beneficiados no tempo, em função da demora da situação da governadora Yeda, porque não tem como ouvir uma testemunha que não possa falar sobre ela. Então para esclarecer isso tudo a campanha também servirá. Nós do PSOL não temos dúvida que a governadora não é inocente. E o MP também não tem dúvida, tanto que ele fez a denúncia e pediu o afastamento dela do cargo por improbidade administrativa.
Em relação a alianças, por que a esquerda não se uniu, já que há outros partidos com programas semelhantes?
Nós conversamos, mas as siglas tinham uma orientação nacional, assim como nós. Então respeitamos. Até porque seria contraditório respeitarmos a nossa e não respeitarmos a deles. Então nossa chapa será puro-sangue, só o PSOL. A própria escolha do vice também foi algo escolhido no diálogo e no respeito às correntes do partido, porque o PSOL historicamente tem muitas correntes. A mesma coisa para escolha da chapa proporcional. Mas apesar de respeitarmos isso, o mais importante não são as chapas e sim o programa de governo. Os eleitores não querem saber quem as nossas correntes querem, querem saber o que nós vamos fazer. E eles estão certos, as correntes são questões internas.
Fonte: pedroruaspsol.wordpress.com
domingo, 20 de junho de 2010
PSOL apresenta Candidatos
No sábado, dia 19 de Junho, o PSOL realizou Convenção no Rio Grande do Sul. Foi referendado o nome de Pedro Ruas, Vereador de Porto Alegre, como Candidato ao Governo do Estado. Completa a chapa ao Palácio Piratini a educadora Marliane dos Santos, Candidata à Vice. Para o Senado foram apresentados os nomes de Bernadete Menezes, servidora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Luiz Carlos Lucas, professor aposentado da Universidade Federal de Pelotas.
Na convenção também foi aprovada a chapa proporcional, 39 Candidatos à Deputado Estadual e 37 á Deputado Federal. O destaque e prioridade do Partido na chapa proporcional é certamente Luciana Genro, que concorre à reeleição como Deputada Federal, para continuar realizando o trabalho fundamental de combater a corrupção e os privilégios dos mais ricos.
O PSOL da Zona Sul do Estado contribui significativamente na construção da Convenção. Na chapa majoritária a região estará muito bem representada pelo professor aposentado Luiz Carlos Lucas, ex-Presidente do ANDES, candidato à Prefeito pelo PSOL de Pelotas no ano de 2008. O Professor Lucas é o único Candidato ao Senado da Zona Sul do Estado.
Dentre os nomes do Partido para a disputa de vagas na Câmara Federal o PSOL apresentou também uma chapa qualificada. Maicon Nachtigall, natural do Capão do Leão, Policial Rodoviário Federal e militante dos direitos humanos, em especial da luta pela livre expressão sexual. Também vinculada à luta pelos direitos humanos o partido apresentou o nome de Winnie Bueno, 22 anos, estudante de Direito da UFPel, militante das lutas do movimento negro e do movimento estudantil.
O PSOL de Rio Grande também contará com um nome na disputa por vaga na Câmara Federal, Paulo Roberto Martins, o Paulo Mano, é funcionário da CORSAN, foi o candidato a Vereador mais votado pelo PSOL na cidade em 2008, tem longa trajetória na luta por transporte público de qualidade e na defesa do meio ambiente. O Partido apresenta ainda o professor de História Mário San Segundo, natural de Bagé, com trajetória no movimento estudantil em Pelotas e na luta dos educadores em todo o Estado.
Para a disputa de vagas na Assembléia Legislativa Estadual o Partido lançou Candidaturas em três cidades. De Dom Pedrito vem o advogado Fabrício Nunes, fundador do PSOL e militante histórico da esquerda na região da campanha. A luta dos camponeses pela reforma agrária estará também representada na chapa proporcional do PSOL, Pedro Stein, assentado no Município de Piratini, e lutador histórico do MST. Ainda na disputa por vagas na Assembléia Legislativa está Jurandir Silva, Engenheiro Agrônomo, Presidente do PSOL Pelotas, candidato à Vice-Prefeito na cidade em 2008.
No dia 30 de Junho, em São Paulo-SP, o PSOL realiza sua Convenção Nacional Eleitoral, onde será referendado o nome de Plínio de Arruda Sampaio como pré-candidato à Presidência da República, buscando romper com a falsa polarização entre PT e PSDB. A Presidente Nacional do PSOL Heloísa Helena disputará uma vaga no Senado pelo Estado de Alagoas, buscando a representação do Partido para lutar pelos direitos do povo em uma casa legislativa tomada por escândalos de corrupção.
A campanha eleitoral começa no dia 6 de Julho, o PSOL buscará realizar os debates políticos fundamentais para a sociedade Brasileira, que contemplam a luta contra a corrupção e os privilégios dos latifundiários e grandes empresários, na luta por uma sociedade justa, fraterna e igualitária.
Na convenção também foi aprovada a chapa proporcional, 39 Candidatos à Deputado Estadual e 37 á Deputado Federal. O destaque e prioridade do Partido na chapa proporcional é certamente Luciana Genro, que concorre à reeleição como Deputada Federal, para continuar realizando o trabalho fundamental de combater a corrupção e os privilégios dos mais ricos.
O PSOL da Zona Sul do Estado contribui significativamente na construção da Convenção. Na chapa majoritária a região estará muito bem representada pelo professor aposentado Luiz Carlos Lucas, ex-Presidente do ANDES, candidato à Prefeito pelo PSOL de Pelotas no ano de 2008. O Professor Lucas é o único Candidato ao Senado da Zona Sul do Estado.
Dentre os nomes do Partido para a disputa de vagas na Câmara Federal o PSOL apresentou também uma chapa qualificada. Maicon Nachtigall, natural do Capão do Leão, Policial Rodoviário Federal e militante dos direitos humanos, em especial da luta pela livre expressão sexual. Também vinculada à luta pelos direitos humanos o partido apresentou o nome de Winnie Bueno, 22 anos, estudante de Direito da UFPel, militante das lutas do movimento negro e do movimento estudantil.
O PSOL de Rio Grande também contará com um nome na disputa por vaga na Câmara Federal, Paulo Roberto Martins, o Paulo Mano, é funcionário da CORSAN, foi o candidato a Vereador mais votado pelo PSOL na cidade em 2008, tem longa trajetória na luta por transporte público de qualidade e na defesa do meio ambiente. O Partido apresenta ainda o professor de História Mário San Segundo, natural de Bagé, com trajetória no movimento estudantil em Pelotas e na luta dos educadores em todo o Estado.
Para a disputa de vagas na Assembléia Legislativa Estadual o Partido lançou Candidaturas em três cidades. De Dom Pedrito vem o advogado Fabrício Nunes, fundador do PSOL e militante histórico da esquerda na região da campanha. A luta dos camponeses pela reforma agrária estará também representada na chapa proporcional do PSOL, Pedro Stein, assentado no Município de Piratini, e lutador histórico do MST. Ainda na disputa por vagas na Assembléia Legislativa está Jurandir Silva, Engenheiro Agrônomo, Presidente do PSOL Pelotas, candidato à Vice-Prefeito na cidade em 2008.
No dia 30 de Junho, em São Paulo-SP, o PSOL realiza sua Convenção Nacional Eleitoral, onde será referendado o nome de Plínio de Arruda Sampaio como pré-candidato à Presidência da República, buscando romper com a falsa polarização entre PT e PSDB. A Presidente Nacional do PSOL Heloísa Helena disputará uma vaga no Senado pelo Estado de Alagoas, buscando a representação do Partido para lutar pelos direitos do povo em uma casa legislativa tomada por escândalos de corrupção.
A campanha eleitoral começa no dia 6 de Julho, o PSOL buscará realizar os debates políticos fundamentais para a sociedade Brasileira, que contemplam a luta contra a corrupção e os privilégios dos latifundiários e grandes empresários, na luta por uma sociedade justa, fraterna e igualitária.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Atividades no final de semana
Teremos um final de semana com boas atividades.
No sábado, dia 15 de Maio às 18 h ocorre Plenária de preparação de nossa Pré-Candidatura à Deputado Estadual com a Pré-candidatura do camarada Maicon Nachtigall à Deputado Federal. Será na Sede do PSOL Pelotas, que fica na Rua Padre Anchieta, nº 1586. Aqui teremos um momento de apresentar um pouco do que estamos pensando sobre as pré-candidaturas, bem como ouvir àqueles que quiserem contribuir.
Ainda no sábado, ás 22 h estarei no Programa Força Comerciária,apresentado pelo Alexandre Nunes, ao vivo nos canais 14 da Net e 9 da Viacabo. Falaremos de tema da atualidade, como a crise na Grécia e as votações dos últimos dias em Brasília, como o projeto Ficha Limpa e o fim do Fator Previdenciário.
No Domingo, dia 16, participaremos do almoço de posse da nova diretoria da tradicionalíssima Escola de Samba General Telles, às 12 h no Clube Diamantinos.
À tarde, estaremos em Morro Redondo, participando das festividades em comemoração aos 22 anos do Município.
São excelentes atividades, estão todos convidados.
No sábado, dia 15 de Maio às 18 h ocorre Plenária de preparação de nossa Pré-Candidatura à Deputado Estadual com a Pré-candidatura do camarada Maicon Nachtigall à Deputado Federal. Será na Sede do PSOL Pelotas, que fica na Rua Padre Anchieta, nº 1586. Aqui teremos um momento de apresentar um pouco do que estamos pensando sobre as pré-candidaturas, bem como ouvir àqueles que quiserem contribuir.
Ainda no sábado, ás 22 h estarei no Programa Força Comerciária,apresentado pelo Alexandre Nunes, ao vivo nos canais 14 da Net e 9 da Viacabo. Falaremos de tema da atualidade, como a crise na Grécia e as votações dos últimos dias em Brasília, como o projeto Ficha Limpa e o fim do Fator Previdenciário.
No Domingo, dia 16, participaremos do almoço de posse da nova diretoria da tradicionalíssima Escola de Samba General Telles, às 12 h no Clube Diamantinos.
À tarde, estaremos em Morro Redondo, participando das festividades em comemoração aos 22 anos do Município.
São excelentes atividades, estão todos convidados.
Assinar:
Postagens (Atom)
